terça-feira, 19 de outubro de 2010

Paixão

Se guardares na caixinha dia a dia a impressão
Se deixares o sentimento escondido no caixão
Se quiseres dizer sim mas insistires no não
Qual há de ser sua real manifestação?

Mas sei que sentes, que queres, que sabes:
Esse sentir que renova o ser, um elixir
Esse querer que inebria, turva, delicia
Essa ciência insipiente, contradizente

Caixas abrindo, bocas parindo
Sempre há riscos a correr
Não há mais o que dizer

2 comentários:

Carla Soares disse...

Adorei o poema! Que bom ler novidades no teu blog. Beijão

♠Karina Santana♠ disse...

Que honra te ter como leitora, minha amiga!

Obrigada pelo carinho!